Brigitte Bardot é um dos maiores ícones pop do cinema. A ex-atriz francesa completa 80 anos neste domingo (28) e continua cultuada como nunca – mesmo tendo largado a profissão em 1973.

Talvez o culto a BB seja resultado dos inúmeros filmes em que ela esbanjou sensualidade e sex-appeal, incendiando as telas com sua nudez e seu charme.

Por isso, vamos direto ao ponto: eleger cinco momentos mega sensuais da musa-diva, que hoje vive reclusa e se envolve em encrencas políticas e militantes. Com vocês, Bardot como Deus criou:

E Deus Criou a Mulher (1956)
Aos 22 anos, dirigida pelo seu marido na época, Roger Vadim, Bardot atordoou o mundo. A cena em que ela dança é mais provocante até do que as cenas de nudez.

A Verdade (1960)
Bardot encarnava com perfeição o estilo da garota descontraída, sempre nua e provocante, sem precisar fazer esforço para perturbar quem via.

O Desprezo (1963)
O clássico de Godard tem Bardot em várias sequências quase eróticas, como esta aqui, o famoso diálogo na cama.

As Mulheres (1969)
A sequência da atriz passeando nas ruas de Roma, com o povo (populares reais) observando atônito é um hit do voyeurismo.

Se Don Juan Fosse Mulher (1973)
Quarenta anos antes de Azul é a Cor Mais Quente, Bardot já estrelava cenas de nudez com mulheres no cinema francês. Voilá!

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