O diretor de cinema Bryan Singer apresentou nesta quinta-feira uma moção em Los Angeles em que seja desprezada uma denúncia contra ele de abuso sexual a um menor apresentada anonimamente por um ator britânico, publicou o The Hollywood Reporter nesta quinta-feira.


Singer teve seu nome envolvido desde abril nas polêmicas acusações que o colocam como uma das pessoas que em 1999 participava de “sórdidas festas” em que os convidados tinham relações sexuais com adolescentes.

A denúncia que criou o escândalo foi feita no Havaí por uma das pessoas que seria vítima desses abusos, Michael F. Egan III, hoje com 31 anos, em um caso que ainda continua aberto.

O mesmo advogado de Egan III, Jeffrey Herman, apresentou em maio em Los Angeles outra denúncia contra Singer em nome de John Doe 117, pseudônimo sob o qual se esconde a identidade da vítima, sobre quem só vazou a informação de que se trata de um ator britânico.

Singer e seus advogados consideram que essas acusações não tem base legal e foram apresentadas de forma inadequada, e pediram ao tribunal que não leve o processo à frente e uma indenização de US$ 300 mil para que Singer cubra os custos processuais. Esta audiência está marcada para 18 de agosto.

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