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Cida (Isabelle Drummond), Rosário (Leandra Leal) e Penha (Taís Araújo), protagonistas da novela

O namoro entre o cinema e a televisão brasileira (ou melhor, entre o cinema e a TV Globo) continua forte, virou noivado e deve desembocar em casamento. Depois de várias minisséries globais que viraram filme (e vice-versa), e depois da 1ª temporada de Luz Câmera 50 Anos (projeto em que a Globo transforma em telefilmes suas minisséries), vem aí uma novela transformada em filme: é Cheias de Charme, a famosa produção das 19h exibida pela Globo em 2012.

Estrelada pelo trio Taís Araújo, Leandra Leal e Isabelle Drummond, a trama mostrava a trajetória das empreguetes – elas eram empregadas domésticas que viravam popstars e tinham de enfrentar a rivalidade da estrela brega e cruel Chayenne (Claudia Abreu).

A novela, que ficou cinco meses no ar, será adaptada para o cinema, com roteiro de Filipe Miguez e Izabel de Oliveira – os autores da trama da TV. A novela teve direção geral de Carlos Araújo, mas no cinema o manche deve ficar com José Henrique Fonseca – diretor de longas como O Homem do Ano (2003) e Heleno (2011), e casado com a atriz Claudia Abreu.

A Ancine (Agência Nacional de Cinema) autorizou a produção do filme a captar R$8,4 milhões para a realização da obra – valor bem diferente daquele cantado por Gaby Amarantos em Ex My Love, música de abertura da novela: “Ex My Love, se botar teu amor na vitrine, ele nem vai valer 1,99!”

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