Depois de três temporadas americanas de X-Factor, a Fox e seu criador, Simon Cowell emitiram um comunicado neste sábado (08) anunciando que os programas feitos nos Estados Unidos acabaram.

Simon escreveu no comunicado: “Tive momentos maravilhosos nos últimos 12 anos, tanto no ‘X-Factor’ como no ‘American Idol’. Além de ser sortudo e encontrar talentos incríveis nos programas, sempre fui muito bem recebido pelo público norte-americano”.

E completou: “No ano passado, por uma série de razões, tive que tomar a decisão de voltar, pela primeira vez em quatro anos, à versão britânica do ‘X-Factor’ em 2014. Então, por enquanto, estou de volta à Inglaterra e quero agradecer à Fox pela incrível parceria e também quero agradecer a todos que apoiaram meus programas. Vejo vocês em breve”.

A Fox, por sua vez, não vê razão de continuar o X-Factor sem o apresentador que é, segundo eles, a alma do programa.

“Simon é um showman consumado e grande parceiro, não há ninguém mais apaixonado e criativo do que ele, e nos sentimos tão feliz por ter apreciado, uma maravilhosa relação de colaboração, com ele ao longo dos últimos 12 anos. Infelizmente, não há ‘X Factor’ sem Simon Cowell. Nós entendemos e apoiamos sua decisão de se concentrar nos formatos internacionais e sobre a próxima fase de sua vida pessoal. Desejamos-lhe o melhor, e é a nossa sincera esperança de que vamos trabalhar juntos novamente em breve”, escreveu Kevin Reilly, presidente da Fox.

Além da viagem de Cowell para a Inglaterra, os baixos números da audiência também não animaram os executivos da Fox a continuar com o reality. Nos três anos, houve uma queda de 36% do primeiro para o segundo ano e, depois, 45% no terceiro ano.

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