Daniel Radcliffe gosta da tensão do teatro. “Isso me impede de ficar acomodado”, disse o ator, em entrevista à Variety.

“Quando estou fazendo um filme estou na minha zona de conforto, mas no palco não”, contou.

“Em todo trabalho que faço eu gosto de aprender coisas novas. É como dizer, ‘Se você fizer o que sempre fez, receberá o que sempre recebeu’. Você tem que fazer coisas que não sabe se consegue fazer”.

Isso ajuda a explicar por que no meio da franquia Harry Potter ele se aventurou pelos palcos do teatro, primeiro com o drama psicológico Equus e depois cantando e dançando no remake de Como se Dar Bem nos Negócios Sem Realmente Tentar (How to Succeed in Business Without Really Trying) na Broadway.

A vontade de fazer coisas novas também dirige as suas escolhas de papeis em filmes. Após Harry Potter o ator viveu personagens complicados e bem diferentes, como o órfão no drama Um Verão para Toda Vida, o advogado viúvo que enfrenta fantasmas em A Mulher de Preto e, recentemente, o poeta norte-americano Allen Ginsberg, em Kill your Darlings.

“Eu adoro trabalhar com diretores que são tão jovens e sedentos em provar a si mesmos como eu sou”. Diz, sobre Kill your Darlings, de John Krokidas. O filme ainda não tem título nem data de estreia no Brasil.

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