O cinema é uma das artes mais eróticas, pois vem da fotografia – também ela sempre fértil em retratar o erotismo e a pornografia. A sétima arte, portanto, passou os últimos 100 anos flertando com o universo sexual – com os limites sendo cada vez mais superados.

O tcheco Êxtase (1933, de Gustav Machaty) foi o pioneiro em mostrar uma cena de sexo. A atriz Hedy Lamarr vivia uma mulher insatisfeita com o marido, e que buscava o prazer sexual com outros homens. A cena era sugerida, focada no rosto da personagem, mas bastou.

De lá para cá, o cinema narrativo comercial foi ampliando seu mergulho no sexo, inserindo cenas de nudez e sequências sexuais que marcaram época e esquentaram o público.

A liberação dos anos 60 desembocou na anarquia dos 70, na estilização dos 80, na ousadia dos 90 e por fim na pornografia explícita no século XXI.

Atualmente, surgem cada vez mais filmes comuns, que no meio da narrativa exibem cenas de sexo explícito. Muito se discute sobre os limites entre erotismo e pornografia, ou a famosa marca do “bom gosto”.

Uma discussão que deve continuar por muito tempo. Para celebrar o Dia do Sexo (comemorado em 6 de setembro) e entender essa trajetória, confira na galeria acima as cenas de sexo mais marcantes da história do cinema.

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